Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
Como pode ser um País governado por traz por Doutores de aparência "Bode" e depois apresentar gente de cara limpa como Sócrates para nos cativar ?????????????????????????

Não tenho nada a dizer .....................Somente a relatar...as injustiças EM PORTUGAL com ou sem culpas.............a Democracia não é assim..........Nem o P.S nem o P.S.D alguma vez me influenciou ................Somente temos a ver a aparência deles ser como...".BODES"....(caras a nos governar são sempre imitadoras de Lenine com pêra no Queixo e gostam imenso de serem tratados por DOUTORES sem conhecerem nada no campo da medicina)....O POVO É QUE É O CULPADO QUE VOTA NESTA GENTE......................Velho ditado cada país tem o governo que merece.

 
Monteiro
Teve uma raposa como animal de estimação, mas a caça à corrupção está a correr-lhe mal. Conseguiu uma condenação a um corrupto: uma multa de cinco mil euros. Suspeita que tem o telemóvel sob escuta e não consegue desembrulhar-se dos mega-processos. É o Procurador-geral da República portuguesa.
O discurso de posse prometia um vingador: "Várias leis foram elaboradas com o fim de combater a corrupção, várias experiências foram tentadas, várias iniciativas tomadas, mas a corrupção está aí, tão viva como sempre, minando a economia, corroendo os alicerces do Estado democrático. É aqui, penso, que se coloca um dos pontos-chave da luta contra a corrupção em Portugal. É fundamental a criação de um juízo de censura, de um desejo de punibilidade existente na consciência moral do homem médio, que por isso deve ser sensibilizado para o problema". Dito isto, Pinto Monteiro, 67 anos, natural de Almeida, tomou conta da Procuradoria-geral da República a nove de Outubro de 2006. Três anos depois, está embrulhado em mega-processos que envolvem o primeiro-ministro, proeminentes figuras do PS e do PSD, ex-autarcas e autarcas ainda em funções. Saberia Pinto Monteiro que os seus potenciais alvos não seriam criminosos vaga-lume, mas sim os agora mais conhecidos e notados da política nacional? 


Por causa da delicadeza dos casos, que passam pelos bancos, pelos partidos e pelo sector empresarial do Estado, Pinto Monteiro já foi chamado a Belém, a São Bento e à Assembleia da República. Mas, aparentemente, ninguém fica contente com as suas explicações. Foi acusado pelo PSD de ceder a pressões de José Sócrates nos casos BPN e Operação Furacão. Foi sugerido pelo PS para o cargo porque, dizia-se, não nutria simpatia pelos socialistas. Incomoda o CDS no caso dos "submarinos", ainda que ninguém perceba nada do caso e que não exista acusação formal.

Pinto Monteiro chegou entre o rufar dos tambores justiceiros e a tentativa de apagar a má memória que tinha deixado o antecessor, Souto Moura. Um dia, confessou, julgava ter o telemóvel sob escuta. "Aquilo faz um barulho esquisito". Seria apenas mais um dos principais garantes da democracia a ser escutado: Sócrates foi-o no âmbito do processo "Face Oculta", o Presidente da República teme tê-lo sido - e disse-o publicamente.


É nesta República que Pinto Monteiro é Procurador-geral. E estes são os dez casos em que tem as mãos (e o pescoço) metidos. 

Os 10 dramas de Pinto Monteiro


Casa Pia (em julgamento)

O julgamento do processo Casa Pia ameaça ultrapassar as 500 sessões. A acusação feita pelo Ministério Público, segundo as notícias que saem da sala de audiências, esboroa-se a cada sessão. Apenas os factos apresentados contra Carlos Silvino, o motorista da Casa Pia acusado de violação e proxenetismo se mantém em pé. Réus como Carlos Cruz ou Ferreira Diniz estão cada vez mais descansados, porque, aparentemente, os dias e as horas dos alegados crimes não coincidem com as provas e os testemunhos. E do socialista Paulo Pedroso já todos parecem ter-se esquecido. Pinto Monteiro apanhou o caso a meio, uma espécie de herança do seu antecessor, Souto Moura. Agora, o procurador João Aibéu tenta salvar a "honra do convento", mas a cada acusação parecem surgir mais testemunhas, mais contra-provas e mais problemas. O caso, que data de 2003, ainda não tem fim à vista - nem se sabe onde param as certidões que em tempos o MP disse terem sido extraídas para mais investigações e acusações.


Carolina Salgado

Pinto Monteiro assegurou ao País que estava a ler o livro "Eu Carolina", escrito pela ex-companheira de Pinto da Costa, o presidente do Futebol Clube do Porto. Leu, mas não disse se gostou ou não. As acusações de Carolina Salgado lá chegaram a tribunal, mas nem ela nem os alegados culpados de corrupção de árbitros, troca de favores por sexo com prostitutas e agressões físicas tiveram, neste caso, desfecho de cárcere. O outro processo, "Apito Dourado", esse sim, já condenou pequenos dirigentes e agentes de segurança. Pinto da Costa, acusado no livro pela sua ex-mulher, escapou.


Voos da CIA

A edição portuguesa da revista "Focus" alertou para a existência de voos ilegais da CIA a passar em Portugal. Ana Gomes fez disso "cavalo de batalha" no Parlamento Europeu. O escândalo tornou-se mundial, mas Pinto Monteiro acabaria, já este ano, e depois de três anos de investigação, por arquivar o processo. O pingue-pongue entre Sócrates e Monteiro foi visível quando, no início de 2009, o primeiro-ministro remetia todas as respostas para a procuradoria. Em resumo: vários países, incluindo Espanha, provaram que o seu espaço aéreo foi violado pela secreta norte-americana. Mas no nosso país, um espaço aéreo utilizado, de certeza, pois as rotas que a Espanha e outros Estados indicaram tinham mesmo de cruzar o nosso céu, em Portugal, dizíamos, nada. Arquivado.


Freeport

Duas dores de cabeça. A primeira a investigação em si, com a aparente indigência do Ministério Público, que admitiu ter a investigação parada durante anos por causa da falta de recursos humanos em Alcochete. Depois, uma investigação que parecia andar a conta-gotas, ao sabor das notícias da comunicação social. Em causa a aprovação da construção de um espaço comercial às portas de Lisboa. Suspeita-se que uma firma britânica terá pago luvas a agentes políticos para aprovar o Freeport. À época, o principal responsável político era o actual primeiro-ministro, José Sócrates. Um vídeo mostra um dos promotores do negócio a acusar directamente Sócrates de ter recebido luvas. A investigação britânica foi arquivada, porque para nas terras de Sua Majestade, o assunto não passa de um caso de fuga ao fisco local. Por cá até já tem arguidos. Mas as sessões em tribunal tardam a ver-se.

Outra dor de cabeça foi a alegada interferência do presidente do Eurojust, Lopes da Mota, junto dos dois procuradores que conduzem a investigação. Lopes da Mota foi acusado pelos homens de Pinto Monteiro. Mas o caso perdeu-se nas prateleiras da investigação. Ninguém foi condenado. Pinto Monteiro chegou a dizer que o Eurojust tinha sido afastado do processo - apesar de ser o organismo que deve coordenar as investigações das polícias da União Europeia. Mas era mentira: o Eurojust afastara-se ele mesmo, antes de o Procurador o solicitar.


UNI / Diploma de Sócrates

Mais um caso sem conclusão. Quando se soube que o actual primeiro-ministro tinha sido licenciado a um domingo e que o seu último exame tinha sido entregue por fax, Pinto Monteiro disse que iria investigar o caso. Nenhum resultado se conhece até agora. E a Universidade Independente acabou. Do processo de má gestão e desvios de dinheiro resulta apenas um detido, Rui Verde. Mas sobre a investigação à metodologia seguida na UNI para licenciar os seus alunos, nada mais se soube. Pelo menos da parte de Pinto Monteiro.


Maddie McCann

A menina de cinco anos, que desapareceu de um aldeamento turístico no Algarve, provocou mais uma troca de correspondência entre Portugal e Inglaterra. As autoridades britânicas criticaram violentamente a investigação portuguesa, que nunca foi capaz de se decidir por uma das duas teses: ou assassinato ou desaparecimento. Pinto Monteiro teve ainda de lidar com os desajustes da Polícia Judiciária, que ao despedir Gonçalo Amaral da investigação do caso o tornou um mártir. Amaral escreveu um livro onde afirma que Maddie morreu no quarto. Foi processado pelos pais da menina. A Procuradoria-geral da República, depois de algumas declarações de circunstância durante dois anos, decidiu arquivar o processo. Nem morta nem desaparecida. Apenas arquivada.


Bragaparques

Um processo complicado, que implicava a tentativa de suborno de agentes políticos da Câmara Municipal de Lisboa por parte da empresa minhota Bragaparques, envolvida em vários negócios na capital - entre eles, o dos terrenos da antiga Feira Popular. Já em Fevereiro deste ano, e depois de serem ouvidas dezenas de pessoas, Domingos Névoa, o administrador da empresa, seria condenado a pagar uma mera multa de cinco mil euros por ter tentado corromper o vereador José Sá Fernandes, então do Bloco de Esquerda. A tentativa de corrupção foi gravada e publicada pelo jornal "Expresso". Pinto Monteiro, sabe-se, ficou incomodado com a decisão judicial - considerou-a branda.


Portucale

O abate de sobreiros em terrenos perto de Lisboa e a eventual operação financeira que teria, alegadamente, levado dinheiro aos cofres partidários, esteve também sob alçada do actual Procurador Geral da República. O caso continua a ser investigado, sem conclusões. Os responsáveis políticos estão intocados, os responsáveis empresariais também. Pinto Monteiro nada diz sobre este processo há meses.

BPN

A alegada gestão danosa do Banco Português de Negócios já deteve o seu antigo dirigente, Oliveira e Costa, e lança sombra suspeita agora sobre várias pessoas, entre as quais Manuel Dias Loureiro, antigo Conselheiro de Estado e administrador do banco. O drama é tão grande que envolveu a nacionalização da instituição, não fosse o tecido bancário nacional rasgar-se. Ao Ministério Público pede-se que acuse os autores da má gestão e dos alegados ilícitos criminais. Mas até agora, nem sequer foi deduzida acusação contra Oliveira e Costa, que tem data limite de 21 de Novembro. "Esperemos que nessa altura - se não houver nenhum terramoto, se não houver nada que nos transtorne os planos -, os meus colegas, que estão a trabalhar neste processo muito complexo, consigam impedir a alteração da situação em que os arguidos se encontram", disse Cândida Almeida, a procuradora que coordena o processo. Em suma: nos EUA Madoff foi acusado de fraude a 12 de Dezembro de 2008 e condenado a 29 de Junho de 2009. A 18 de Fevereiro de 2008 rebentou o escândalo BPN, que ainda nem sequer tem acusação formada.

Face Oculta

Um sucateiro de Águeda, vários quadros médios de empresas do sector empresarial do Estado, um vice-presidente do maior banco privado português - e amigo do primeiro-ministro - são as principais personagens da história mais recente dos escândalos portugueses. Na investigação a PJ escutou Armando Vara e José Sócrates em conversas sobre temas que, alegadamente, passam pela comunicação social, a salvação de um grupo privado de comunicação social e o financiamento do PS. As escutas a Vara e Sócrates sobrepuseram-se ao crime de colarinho branco. Uma guerra entre Pinto Monteiro e um velho adversário, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, fez com que as ditas conversas - gravadas em 52 cassetes - fossem ou estivessem a caminho da destruição. O Procurador desespera e anuncia que esta semana diz mais sobre o caso. Noronha do Nascimento, o presidente do "Supremo", sacode a água do capote. A oposição critica a Justiça. O primeiro-ministro diz que isto "já passou todas as marcas".             O Diábo

 

Tirado do www. Portugalclub.org

publicado por Verde Pinho às 17:07
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Domingo, 8 de Novembro de 2009
Depois dos ultimos Fogos estes Municípios , Mação , Vila De Rei, Sertã , Proença a Nova e Oleiros deviam investir mais no medronho

Depois dos ultimos Fogos estes Municípios, Mação, Vila De Rei, Sertã, Proença a Nova e Oleiros deviam investir mais no medronho igual como investem na Azeitona. Uma arvore que se adapta perfeitamente nos nossos terrenos montanhosos e com um dos unicos frutos Portugueses onde a “PROCURA” é maior que a “OFERTA”. Isto podia vir a ser um grande sucesso para esta zona abandonada pelos Nossos Governos que só querem praia a BEIRA MAR. Onde para Eles o resto de Portugal interior não existe. Antigamente Dom Afonso Henriques governava Portugal com a sua espada de norte a sul e de este a oeste. SE HOUVESSE GOVERNOS UM POUCO MAIS SENSÍVEIS AO BEM ESTAR DO INTERIOR DO PAÍS, ESTA ZONA COM O MEDRONHO PODIA VIR A SER UMA ZONA DEMARCADA COMO O VINHO DO PORTO EM PORTUGAL OU O COGNAC, CHAMPAGNE NA FRANCA etc etc e vir a reclamar grandes fundos da CEE.

 

Oleiros assume-se como Capital do Medronho

 

A já famosa "Capital do Cabrito Estonado" assume-se agora como a "Capital do Medronho" e a realização da 3.ª edição da Semana do Medronho e da Castanha está a envolver toda a comunidade, entre instituições e particulares.

 

Durante estes dias, para além de diversas actividades de âmbito pedagógico e desportivo, como é o caso da 3.ª Maratona de BTT "Rota do Medronho", irá haver bastantes actividades de âmbito cultural e gastronómico, como é o caso da 3.ª Mostra Gastronómica, nos 7 restaurantes aderentes. Durante estes dias, quem visitar o Posto de Turismo, poderá adquirir os produtos locais e à base de Castanha e Medronho, assim como visualizar documentários ou visitar algumas exposições.


Para além dos restaurantes, os cafés e bares de Oleiros também aderiram a esta iniciativa e estão a promover as mais sugestivas noites temáticas, onde não vão faltar o Caipironho, a Medronhoska ou o Medronhito. Os alojamentos locais também decidiram marcar a sua presença e quem quiser vir até Oleiros poderá optar por uma das excepcionais unidades de alojamento turístico que existem no concelho. São elas: o aldeamento turístico Vilar dos Condes, o CampingOleiros, a Casa dos Hospitalários e a Casa S. Torcato - Moradal.


Durante estes dias, também os comerciantes oleirenses se juntaram ao evento e engalanaram as suas montras com motivos alusivos a estes dois frutos outonais. As infra-estruturas camarárias também estão em sintonia e no complexo desportivo das Piscinas Municipais irá realizar-se uma semana temática homenageando o Medronho e a Castanha.


Segundo a organização, este evento poderá "fomentar a consolidação de fileiras alternativas, ao mesmo tempo que estimula a valorização dos recursos endógenos". A aposta nestes dois recursos endógenos, é encarada como "uma hipótese para afirmar toda esta região e criar alternativas capazes de gerar riqueza num território bastante genuíno e com imenso potencial". Como vê, tem motivos de sobra para visitar Oleiros durante estes dias, não hesite... Para mais informações, consulte o "Destaques" do site do município em www.cm-oleiros.pt.


Oleiros na "Rota do Medronho"


È já no próximo dia 15 de Novembro que o Município de Oleiros, em parceria com a Associação Pinhal Total, promove a já conhecida maratona de BTT "Rota do Medronho", a qual promete fazer as delícias dos cerca dos cerca de 150 betetistas. Os participantes, para além de desfrutarem de todo o património oleirense, levam ainda para casa camisolas de ciclismo comemorativas do evento.

 

 


 


Mas o grande problema é que a maioria dos produtores de medronho não está


Authoridades &  produtores de medronho 2006-10-18 | . - Até há poucas décadas, a aguardente de medronho constituía uma das três principais fontes de rendimento das populações da serra algarvia, juntamente com o queijo de cabra e o mel. O medronheiro ocupava uma extensa área do território serrano. Só para ter uma ideia, até aos anos 50, esta árvore de fruto abrangia cerca de 10 mil hectares do concelho de Monchique (25 por cento do território do município), tendo decrescido para menos de um terço actualmente. Os registos a que o nosso jornal teve acesso apontam para uma produção média de 500 a 600 mil litros de aguardente na área de Monchique, na década de 60, sendo a maior parte produzida para consumo próprio e só cerca de 36 por cento era destinada à venda no comércio. Com o passar dos anos, a produção de aguardente de medronho na região sofreu um forte decréscimo, tendo caído para um valor que oscila entre os 50 e 80 mil litros anuais, no início de 1980. Em 2001, segundo dados do Ministério da Economia, existiam apenas 266 produtores registados de aguardente de medronho, localizados, na sua maioria, nos concelhos de Loulé, Silves, Tavira e Monchique. Mas o grande problema é que a maioria dos produtores de medronho não está licenciada, apesar de o processo de legalização que agora passou a ser responsabilidade das autarquias depois de ter sido lançado há cerca de dois anos.

publicado por Verde Pinho às 13:51
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