Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009
O Blog Bocas Verdes De Mação Deseja Um Feliz Ano Novo 2010 a PORTUGAL, Proença A Nova, Sertã, Gavião, Vila De Rei, Sertã , Oleiros , Mação , Castelo Branco e Abrantes!

O nosso caminho é feito
Pelos nossos próprios passos...
Mas a beleza da caminhada...
Depende dos que vão conosco!
Assim, neste NOVO ANO que se inicia
Possamos caminhar mais e mais juntos...
Em busca de um mundo melhor, cheio de PAZ,
SAUDE, COMPREENSÃO e MUITO AMOR.
O ano se finda e tão logo o outro se inicia...
E neste ciclo do "ir" e "vir"
O tempo passa... e como passa!
Os anos se esvaem...
E nem sempre estamos atentos ao que
Realmente importa.
Deixe a vida fluir
E perceba entre tantas exigências do cotidiano...
O que é indispensável para você!
Ponha de lado o passado e até mesmo o presente!
E crie uma nova vida... um novo dia...
Um novo ano que ora se inicia!
Crie um novo quadro para você!
Crie, parte por parte... em sua mente...
Até que tenha um quadro perfeito para o futuro...
Que está logo além do presente.
E assim dê início a uma nova jornada!
Que o levará a uma nova vida, a um novo lar...
E aos novos progressos na vida!
Você logo verá esta realidade, e assim encontrará
A maior Felicidade...e Recompensa...
Que o ANO NOVO renova nossas esperanças,
E que a estrela crística resplandeça em nossas vidas}
E o fulgor dos nossos corações unidos intensifique
A manifestação de um ANO NOVO repleto de vitórias!
E que o resplendor dessa chama
Seja como a tocha Que ilumina nossos caminhos
Para a construção de um futuro, repleto de alegrias!
E assim tenhamos um mundo melhor!
À todos vocês companheiros(as) que temos o mesmo ideal,
Amigos(as) que já fazem parte da minha vida,
Desejo que as experiências próximas de um ANO NOVO
Lhes sejam construtivas, saudáveis e harmoniosas.
Muita Paz em seu contínuo despertar!
"UM FELIZ 2010"

 

Os Verdes Da Zona Do Pinhal Centro

publicado por Verde Pinho às 20:42
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Domingo, 20 de Dezembro de 2009
Eu apoio a situação Gay em Portugal. A terem direito ao casamento em PORTUGAL, Proença A Nova, Sertã, Gavião, Vila De Rei, Sertã , Oleiros E Mação , Castelo Branco e Abrantes

 

Eu apoio a situação Gay ao direito a CASAMENTO em PORTUGAL e sem o ser. Eles devem ter os mesmos direitos que Eu. Primeiramente a pessoa não escolheu para ser Gay. Então tem os mesmo direitos como qualquer ser Humano na terra??? Vamos a ver os ciganos sempre foram uma minoria aqui e noutros lugares. Eles alguma vez tiveram a sorte ou terão a sorte de ganhar um referendo onde Eles são sempre minoritários ........a DEMOCRACIA AQUI NÃO FUNCIONA,,,ESPERE QUE VOCÊ TENHA UM FILHO GAY E VERA A DEMOCRACIA DE OUTRA MANEIRA......Deus Não Perdoa o pode dar a todos......Mais uma vez o P.S. está com um paço a frente de todos os outros partidos. O fez com algumas Reformas onde éramos o único Pais industrializado onde certas pessoas iam para a reforma as vezes a ganhar mais que o seu salário. Nos outros países a reforma era de 65% a 85% do salário. Portugal dava 110% de reforma a certas pessoas. O fez com as escolas onde havia somente um aluno e uma professora. Não sou do P.S. mas mesmo assim é um dos únicos Partidos que se ataca a certos problemas em Portugal. Outros partidos já por lá passaram no Governo e ignoraram completamente estas situações e agora criticam. Mas o P.S. por outro lado também tem os seus problemas encobre tudo em NOME DO PARTIDO...."Nunca há fume sem fogo?"
 
Nas próximas votamos em PEQUENOS PARTIDOS HUMANOS amigos da NOSSA ZONA DO PINHAL INTERIOR e não em Partidos que para eles somente conta a Beira Mar e os seus bolsos.

 


VIVA OS VERDES 

 

 


 BOM LIVRO A LER

 

BIBLIOTECA] Dança dos Demónios

 


MARUJO, António; FRANCO, José Eduardo; Dança dos Demónios — Intolerância em Portugal; Círculo de Leitores
 


Todos os livros transmitem uma (pelo menos) mensagem. Neste sentido, todos são importantes. Uns mais que outros. Obviamente.

Em Outubro 2009 foi editado este que agora se apresenta. Sobre ele, escreve Anselmo Borges, professor da Universidade de Coimbra: "Com «Dança dos Demónios — Intolerância em Portugal», estamos em presença de uma obra pioneira e de referência entre nós."

Na verdade, os temas reunidos falam-nos de mitos de complô, estruturam-se na suspeita e na diabolização, no medo e na fobia, conduzem ora ao desejo de exclusão, ora à tentativa de absorção e apagamento da cultura do outro, ou ainda ao desenvolvimento de mecanismos sociais e culturais de limitação de direitos e liberdades. Há uma forma mentis que vê o Outro como inimigo a abater, como uma negação extrema do Nós. Seja qual for o grupo de que se fala – judeus ou muçulmanos, feministas, jesuítas, liberais ou mações – ele é sempre tomado como secreto. Por vezes, as vítimas de uma determinada época histórica passam a carrascos do momento seguinte. E vice-versa. Outras vezes, o inimigo muda de rosto ou vários inimigos passam a alvo do mesmo preconceito. Em todos os casos, esta demonização do outro ignora que a humanidade se construiu e continuará a construir precisamente na base de intersecções sucessivas.

Contando com a colaboração de dez investigadores reconhecidos, cada texto perscruta a génese e evolução do fenómeno em causa, apresenta a sua doutrina ou traços ideológicos e estuda a sua recepção cultural, literária ou mental. Este projecto constitui, assim, um contributo para análise e compreensão histórica, cultural e ideológica das imagens construídas, em forma de abominação, em torno das diferentes mundividências, modos de estar, pensar e agir que se afirmaram em Portugal. (in: Apresentação)

A Introdução da obra é constituída por um pequeno texto do Padre Manuel Antunes, SJ, quase nosso conterrâneo, natural da Sertã.

Sem dúvida uma bela oferta de Natal, que se pretende um tempo de tolerância e fraternidade.

Será que o inferno são os outros? Ou teremos o diabo escondido, pronto a saltar, em qualquer canto do nosso íntimo?

 

 

Tirado Do Blog   http://valescardigos.blogspot.com

publicado por Verde Pinho às 19:09
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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009
Mação, Proença A Nova, Sertã, Vila De Rei e Oleiros...NUNCA ESQUECER QUE A UNIÃO FAZ A FORÇA!!!

Excelente ideia. O medronho dá mais rendimento que a azeitona peso por peso. Coisa que seria fácil a exportar Mundialmente. Derivados do Fruto onde a procura é mais forte que a oferta. Esta arvore ou arbusto cresce em abundância pelas nossas serras sem memo necessitar de ser plantada. Adapta-se perfeitamente as nossas terras. A região Do Pinhal sul devia se organizar e dar ajuda aos cultivadores a fazer áreas de plantação de pomares de medronho pelos terrenos que foram queimados nestes últimos fogos. Criar zonas demarcadas como existem com o vinho do Porto e outros. Acho que até mereceriam ter uma certa subvenção lá da parte dos nossos Governantes Da Beira Mar ou dos do centro da Europa.
Os concelhos de Mação , Proença A Nova, Sertã , Vila De Rei e Oleiros deviam formar uma Grande Cooperativa ou então pequenas Cooperativas numa Grande Associação; e a NUNCA ESQUECER QUE A UNIÃO FAZ A FORÇA" Eu até penso que certos lagares modernos de azeitona se poderiam adaptar e fazer as duas coisas aguardente de medronho e azeite ao menos esmagar o medronho para licores e só faltava o a destilação ou alambique.

Agora só falta intervenção da associação Aflomação na área do Medronho. Seria sempre mais um organismo a ajudar.

 

O medronho esta a ganhar força na zona centro. Por favor ler estes dois artigos mais baixo que eu encontrei na net .

 


 

 

 

 

 

 

 

MAÇÃO – Compota de medronho promete sucesso

PDF Imprimir e-mail
14-Dez-2009

Foi lançada este fim-de-semana mais uma iguaria gastronómica da Zona do Pinhal Interior Sul. Trata-se de uma compota diferente em que o medronho é o ingrediente principal. Depois do licor e da famosa aguardente, a compota promete fazer furor nas mesas do país. A ideia “surge da vivência do dia-a-dia com a loja de produtos regionais, associando-o ao que é endógeno da região” explica Saldanha Rocha, proprietário da loja AroMação. Este lançou então o desafio a Alzira Silva, fabricante de compotas da zona do Cadaval e 10 meses depois o resultado está à vista.
Este doce que, diz Saldanha Rocha, “já era feito nas casas dos nossos avós mas que não podia ser comercializado”, veio agora trazer uma mais-valia “a um fruto nobre da zona do Pinhal Interior Sul que tem particularidades muito curiosas”, refere ainda o também autarca que, enquanto presidente de Câmara de Mação reconhece a valia de no rótulo do produto de poder ler “Pinhal Interior Sul”, não retirando assim a importância do concelho de Oleiros – Capital do Medronho – em todo este processo, pois “estamos a contribuir para que essa capital se torne ainda mais rica e é o território que ganha”, complementa.
Zira Silva aceitou o desafio e ao fim de algumas tentativas conseguiu acertar com o ponto da receita. No lançamento desta nova compota, Zira confessou que já o deu provar a alguns dos seus cliente e o resultado foi positivo, logo “adivinha-se mais um sucesso gastronómico”, referiu acrescentando que esta compota é diferente da que se fabrica no Algarve pois “esta é mais tradicional e ficará para sempre ligada ao medronho da Beira Baixa”. Esta fabricante acredita que basta um ingrediente bom para obter um bom derivado. É o que se passa com este fruto e por isso mesmo a fabricante não coloca de parte que outras ideias, com base no medronho, poderão surgir como por exemplo bolachas ou tartes.
Dez meses depois a ideia passou à prática, esperando-se agora que os objectivos que estão na sua base também e Saldanha Rocha diz esperar que a produção da compota começa a estar associada à plantação de pomares de medronho. Para além de ser importante no sector económico será igualmente importante para o sector florestal pois poderá ajudar a “implementar zonas tampão e prevenir incêndios florestais”.
Quanto a calorias, Zira garante que este não é um doce calórico. Este será um produto, por enquanto de edição anual, limitada que estará à venda apenas em lojas tradicionais.
 

 www.radiocondestavel.pt/site

 

 


Tábua Confraria do Medronho vai criar destilaria

Novos confrades juraram preservar e promover o medronheiro, o medronho e os seus produtos enquanto símbolos da Beira Serra.

A Confraria do Medronho pretende criar, já durante o próximo ano, uma destilaria para produzir aguardente, licor e doce de medronho.

Fundada em 25 de Fevereiro de 2008, em Tábua, por iniciativa da CAULE - Associação Florestal da Beira Serra, e por vários proprietários florestais dos concelhos de Tábua, Oliveira do Hospital e Arganil, conta com o apoio do município tabuense.

No primeiro Capítulo da nova confraria, que decorreu no passado domingo, foram entronizados cerca de vinte confrades.

O presidente do Município tabuense, que passou a ser o Grão-mestre da confraria, no seu discurso, frisou que as confrarias têm o papel de "reviver o que há de bom no nosso país".

Ivo Portela lembrou que o medronheiro e o seu fruto, o medronho, "sempre constituiu um meio de subsistência da população da nossa região". E adiantou que apesar da plantação em massa de eucaliptos e pinheiros na Beira Serra, o medronheiro, "conseguiu manter-se e continua a ser importante no mundo rural".

Considerou também que o medronho, através da aguardente e do licor, poderá ser no futuro um factor de desenvolvimento, revelando que "ainda este ano no Verão estive no Algarve e vi garrafas de aguardente de medronho a serem vendidas a 35 e quarenta euros".

Comercialização rentável...

O presidente da CAULE, que foi empossado como Chanceler Mor da Confraria do Medronho, começou por referir que, para além dos "rituais e do folclore" das confrarias, "queremos que esta seja uma confraria efectiva para defender o medronho e os seus produtos".

Frisando que o medronho "é tradicional da nossa região", e que o medronheiro "pode ser um bom complemento para o rendimento dos proprietários florestais".

José Vasco Campos disse que hoje em dia o medronho já se paga "a um euro o quilo" e que a Caule fez estudos que apontam no sentido de que a apanha "custa cinquenta cêntimos", sendo desta forma rentável a sua comercialização.

... e fabrico de aguardente, licor e doce

A confraria, segundo afirmou, pretende criar "uma pequena destilaria já 2009", para fabricar aguardente, licor e doce de medronho, comprando os medronhos a produtores dos concelhos de Tábua, Arganil e Oliveira do Hospital, onde tem a sua área de influência.

"De hoje a uma ano, quando fizermos o segundo Capitulo, espero que tenhamos aguardente da nossa", disse, acrescentando que se isso acontecer "já atingimos parte do nossos objectivos".

Por seu lado, a presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas (FPCG), Madalena Carrito, que apadrinhou o primeiro Capitulo, da mais recente confraria, realçou o facto de a gastronomia ser "hoje em dia um património cultural do nosso país".

No entanto, deixou claro que isso não basta e que "todos os dias há que se preservar e promover este nosso bem, para que não seja submerso pelos movimentos globais que existem actualmente".

Revelando que a FPCG vai passar a integrar as novas entidades de turismo que foram criadas recentemente. "Vamos designar uma confraria em cada região para fazer parte destas novas entidades", afirmou ainda Madalena Carrito.

Paulo Leitão/Diário As Beira18:57 Sexta-feira, 19 de Dez de 2008

 

publicado por Verde Pinho às 06:10
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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009
Indicadores de hotelaria

Indicadores de hotelaria

Continuando a análise de alguns dos dados disponibilizados pelo INE – Instituto Nacional de Estatística (Anuários Estatísticos Regionais), apresenta-se de seguida resumo de indicadores de hotelaria, reportados ao ano de 2008: Nº de Hotéis; Nº de Pensões; Capacidade de alojamento (nº pessoas); Capacidade de alojamento por mil habitantes; e Proporção de hóspedes estrangeiros.

                Hotéis Pensões Capacidade Cap./1000 % estrang.
Ourém               20      16     5.490     107,9     61,9
Leiria               9      13     1.813      14,1     30,3
Castelo Branco       2       3       713      13,2     n.d.
Tomar                1       8       675      16,1     33,8
Santarém             3       3       562       8,8     24,0
Abrantes             2       3       364       9,1     20,1
Sertã                1       2       283      18,1      8,2
Batalha              1       1       243      15,2     33,9
Torres Novas         2       -       224       6,1     n.d.
Portalegre           1       3       202       8,5      8,7
Rio Maior            -       2       128       5,9     n.d.
Alcanena             1       1       112       7,6     n.d.
Ferreira Zêzere      -       1        62       6,8     n.d.
Entroncamento        -       1        61       2,8     n.d.
Almeirim             -       1        46       2,0     n.d.
V. N. Barquinha      -       1        39       4,8     n.d.
Porto de Mós         -       2        37       1,5     n.d.
Vila de Rei          -       1        32      10,4     n.d.
Constância           -       1        26       6,9     n.d.
Alpiarça             -       -         -         -     n.a.
Chamusca             -       -         -         -     n.a.
Gavião               -       -         -         -     n.a.
Golegã               -       -         -         -     n.a.
Mação                -       -         -         -     n.a.
Sardoal              -       -         -         -     n.a.

Em termos gerais, para um país que se diz apostar no turismo, os números são relativamente modestos: um total de apenas cerca de 570 Hotéis (média de cerca de 2 por município…) e 770 Pensões (no Continente), com uma capacidade de alojamento ligeiramente inferior a 240 000 pessoas.

Não obstante dispor de apenas um Hotel, beneficiando do registo de 8 Pensões, Tomar surge no grupo da frente em termos de capacidade de alojamento (total de 675 pessoas), apenas superado pelas capitais de Distrito Leiria e Castelo Branco, e pelo fenómeno de Ourém, decorrente do turismo de cariz religioso, com destino a Fátima.

Relativizando, face à população residente, o concelho de Tomar dispõe de uma oferta de alojamento de cerca de 16 por cada 1000 habitantes, sendo ultrapassado, neste índice, apenas pelos municípios de Ourém (108 por mil) e Sertã (18 por mil).

Os dados disponíveis relativamente à proporção de hóspedes estrangeiros apenas abarcam 8 dos concelhos seleccionados para efeitos comparativos. Neste rácio, Tomar, com 33,8 % de hóspedes estrangeiros, apenas é suplantado pela Batalha (33,9 %) e, naturalmente, por Ourém (61,9 %).

Em conclusão, o concelho de Tomar, embora não suficiente nem apropriadamente equipado em termos de infra-estruturas hoteleiras, denota, em termos comparativos, alguma capacidade de atracção de turistas, essencialmente pelo facto de dispor de um chamariz da relevância do Convento de Cristo.

 

Tirado do O Templário

publicado por Verde Pinho às 04:53
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