Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008
Estudo sobre salmonelas em praias fluviais é «alarmista» Mas graças a DEUS nenhuma em Mação.

 

Ambiente ”Estudo da DECO sobre salmonelas em praias fluviais é «alarmista»

A autarquia de Penela contestou, em comunicado, uma nota da DECO/Proteste, divulgada quarta-feira, que alerta para a existência de salmonelas na praia fluvial da Louçaínha, naquele concelho, classificando-a de «alarmista»
Em comunicado, a autarquia de Penela acusa a DECO de não esclarecer qual a estirpe ou estirpes das bactérias identificadas no estudo «e, consequentemente, qual o seu real risco para a saúde dos utilizadores».
«Como também não esclarece a data exacta da recolha, o ponto de colheita e o respectivo técnico responsável, nem qual o laboratório onde a análise foi efectuada», adianta a autarquia.
A Câmara de Penela repudia a nota da associação de defesa do consumidor, considerando que comporta «um manifesto espírito alarmista», pois «informa pouco, mas alarma muito».
«Não podemos deixar de manifestar o nosso repúdio pela inqualificável atitude de uma Associação com créditos firmados na defesa do consumidor», sustenta, adiantando que o plano de análises «legalmente definido para as praias fluviais tem sido pontualmente cumprido» pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDRC), «não tendo sido identificado qualquer agente patogénico que colocasse em perigo a saúde dos utilizadores da praia fluvial da Louçainha».
Segundo um comunicado da DECO/Proteste divulgado quarta-feira, esta entidade analisou a água de 30 praias fluviais que terão revelado a existência de salmonelas nas praias de Ana de Aviz (concelho de Figueiró dos Vinhos), Avô (Oliveira do Hospital), Fróia (Proença-a-Nova) e Louçainha (Penela), todas na Região Centro.
A Associação de Defesa do Consumidor, no documento, informa ter já alertado a CCDRC, a Administração Regional de Saúde do Centro, os centros de saúde e as Câmaras Municipais das regiões afectadas, «pedindo medidas que protejam a saúde dos consumidores».
O comunicado adianta que as salmonelas são bactérias que «podem ter efeitos nocivos na saúde», pelo que desaconselha banhos naquelas praias «até que novas análises comprovem a ausência de riscos».
«As crianças exigem especial cuidado, por engolirem mais água e terem o organismo mais sensível», sustenta.
Mal-estar, dor abdominal e de cabeça, febre, vómitos e diarreia são os efeitos mais comuns das salmonelas, refere a DECO, acrescentando que «a pesquisa de salmonelas não é obrigatória nas análises quinzenais da responsabilidade da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro».
As águas analisadas pela associação foram recolhidas entre 18 e 28 de Agosto, «no âmbito de um estudo mais alargado ainda em curso», adianta a associação.

Lusa/SOL

publicado por Verde Pinho às 14:30
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