Quarta-feira, 15 de Abril de 2009
O assessor de imprensa da bancada socialista, António Colaço, inaugura quinta-feira na Associação 25 de Abril uma exposição de pintura e escultura intitulada "Abril, Ânimos Mil", na qual faz uma sátira às práticas políticas e mediáticas.

AR: António Colaço (PS) inaugura 5ª feira exposição com sátira às práticas políticas e mediáticas

Lisboa, 15 Abr (Lusa) - O assessor de imprensa da bancada socialista, António Colaço, inaugura quinta-feira na Associação 25 de Abril uma exposição de pintura e escultura intitulada "Abril, Ânimos Mil", na qual faz uma sátira às práticas políticas e mediáticas.

Lusa

12:42 Quarta-feira, 15 de Abr de 2009

 

Lisboa, 15 Abr (Lusa) - O assessor de imprensa da bancada socialista, António Colaço, inaugura quinta-feira na Associação 25 de Abril uma exposição de pintura e escultura intitulada "Abril, Ânimos Mil", na qual faz uma sátira às práticas políticas e mediáticas.

A exposição de António Colaço, a quem o eurodeputado socialista Joel Hasse Ferreira lhe colocou (nos anos 90) o apelido de "O Criativo", será inaugurada pelo catedrático da Faculdade de Letras de Coimbra, padre Anselmo Borges, e poderá ser visitada até ao dia 09 de Maio.

Bem conhecido pelos jornalistas parlamentares pela sua permanente boa disposição e gosto em relação ao convívio - mas também por formar longas de filas de espera à porta da direcção do Grupo Parlamentar do PS -, Colaço convidou para a sessão de inauguração todos os deputados e funcionários de todos os grupos parlamentares representados na Assembleia da República.

Segundo o autor, a exposição apresenta uma "conjugação entre gestualismo, figurativo e algum surrealismo", tem como técnicas de base o acrílico e a colagem, revelando uma "grande predominância dos temas ligados à terra (...) desde as flores à celebração do vinho".

Entre as 22 novas obras e as 15 de retrospectiva apresentadas pelo assessor de imprensa do PS é mostrada alguma "sátira político social", importando assinalar neste contexto que caricaturas feitas há alguns anos por António Colaço já foram alvo de acesa discussão num dos recentes debates quinzenais na Assembleia da República.

Com a sua sátira "político social", António Colaço diz pretender questionar "práticas quer da política quer de um ramo com que convive, o mediático, propondo novos caminhos".

"O trabalho 'Cachas de Mudança' é disso paradigma, ou seja, investir no noticiar do que de bom acontece. Mas também a obra 'Tacho, Canudo & Cunha' para denunciar um expediente nacional que tarda em desaparecer e a que todos - ainda - recorremos", refere Colaço.

A obra "A Última Pedra", feita a partir de tijolos oitocentistas apanhados no lixo das obras da recente remodelação da Assembleia da República foi colocada por António Colaço em leilão no seu site da ânimo http://animo30.wordpress.com, tendo como valor base de licitação 500 euros.

O produto da venda será atribuído, na íntegra, para 50 meninos órfãos de Bulenga, no Uganda, onde esteve recentemente em missão humanitária a jornalista da Antena 1 Rita Colaço, filha do autor da exposição.

Na vernissage serão servidos diversos licores feitos pelo próprio assessor de imprensa do PS, assim como bolo finto de Mação, município de onde é natural António Colaço.

PMF.

Lusa/fim

publicado por Verde Pinho às 16:37
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8 comentários:
De Berta Brás a 16 de Abril de 2009 às 02:29
..................................................................Somente agora os nossos políticos não querem nada de trabalho duro ou de mão calejada ou esforço mental para adquirir um diploma.......Eles formam-se por si próprios na disciplina que querem.......O NOSSO ANTIGO TERRORISTA DA ARGÉLIA FORMOU-SE EM POESIA................. O NOSSO PRIMEIRO MINISTRO FORMOU-SE EM ENGENHARIA .....................E AGORA ESTE ULTIMO PASMADO O INIMIGO NUMERO-1 DA TERRA QUE QUASE O VIU NASCER FORMOU-SE EM ARTISTA....E MUITOS, MUITOS, MUITOS SÃO FORMADOS EM DOUTORES SEM NUNCA TEREM ESTUDADO MEDICINA ................E O RESTO EM PEDÓFILOS ................DEPOIS ENCOBREM-SE TODOS UNS AOS OUTROS PORQUE SÃO TODOS FALSOS UNS MAIS QUE OS OUTROS......ISTO É QUE VAI AQUI UM PORTUGAL PRONTO A ENFRENTAR O FUTURO COM TODOS ESTES FALSOS PROFETAS NO PODER................................................................................Somos um povo bom e generoso, sempre pronto a ajudar o próximo, é bem antiga a Santa Casa da Misericórdia, instituições como a do Padre Américo, os Sem Abrigo e até a Casa Pia são comprovativos dessa nossa bondade, bem precisa para ajudar quem de nós precise e são cada vez mais os nossos pobres, acrescidos ultimamente com os pobres de outros países pobres que os deixam vir com satisfação. Somos esmoleres de longa data, a instituição da mendicidade cobre as nossas ruas como uma lava petrificada que escorreu do magma da nossa incapacidade de educar e de governar sem ser salvaguardando uns tantos com o menosprezo da maioria. Desde sempre.

Por isso a maioria pobre foi tentando sobreviver trabalhando de sol a sol, sem tempo nem condições para se instruir, esbulhados nos seus direitos, alombando com os pesos do trabalho duro e dos encargos familiares, não deixando, contudo de ajudar os mais pobres ainda, com a esmola da côdea ou da malga de caldo comido à soleira da porta. Era assim dantes, dizem os avós e até os livros passados. O Charles Dickens também conta histórias de miséria e o Victor Hugo, mas a par disso, até pela caricatura, os tipos sociais descritos têm algo de consistente, de gente com capacidades intelectuais que certamente lhes advinha de um status menos embrutecedor. A nós ficou-nos o fado chorado e as expressões exclamativas da nossa ternura generosa, como o "coitadinho" e afins.

Vê-se que vamos continuar a ter que despender a nossa generosidade e mesmo o nosso Primeiro Ministro não foge à regra esmoler portuguesa, pois dizem que anda a distribuir com muita garra discursiva pelos que não têm condições de sobrevivência, que aumentaram, por via dos desempregos que se multiplicaram, para acréscimo da despesa pública.

E se alguns acham indignas tal pobreza e tal mendicidade e este apoio generoso à inércia que nos condena, logo surge a resposta de que o que é indigno é roubar, e, contudo, os que mais roubam são os mais honrados no nosso país. Berta Brás www.vozdecardigos.com
De L.Mendes a 19 de Abril de 2009 às 01:09
Mal empregado um homem com tanto poder tratar tão mal a terra que o criou, Cardigos. Agora o Povo todo sabe porque este Grande Partido Que É o P.S nunca ganha em Cardigos. Este homem sempre rebaixou Cardigos e foi gente de Cardigos que lhe deu a mão para estar onde está. Por isso se diz "Nunca se morde na mão de quem te deu e dá de comer". Ele o fez e faz. Por isso esta pequena Freguesia esquecida no Centro de Portugal sempre resiste e resistiu a gente como esta. Em Cardigos este homem é considerado um Grande Parasita Da Sociedade Portuguesa que sempre viveu a custa do estado. Mas em Lisboa e um grande homem senhor do P.S . Somente em Cardigos Ele não vale nada. Não somos vendidos como em certas partes do pais.
De Luis Figueira a 19 de Abril de 2009 às 01:49
Em Cardigos podemos ser pobres mas somos honestos.
De A.S.D. a 19 de Abril de 2009 às 02:05
GOVERNO SÒCRATES

Sócrates só tem governado porque se apoia nos nossos vícios em vez das nossas virtudes


Enquanto que os governantes dos Países civilizados se apoiam nas melhores qualidades dos seus povos, Sócrates apoia-se nos piores vícios dos porrtugueses: inveja, mesquinha,ressentimentos, dogmatismo, associados a uma tremenda falta de cultura que se tem mantido ao longo de centenas de anos.Guerra Junqueiro bem os classificava como um povo imbecil, narcotizado e com aqueles vícios atraz referidos.
Tal como alguns anteriores governantes só reconhece os seus próprios méritos, e agora reinforçados por esta maioria. O vício é sempre mais fácil de seguir do que a virtude.
Portugal no presente, juntou então a fome com a vontade de comer, ou seja a pior política associada aos nossos piores instintos.
Tudo quanto tem feito este governo tem sido para fomentar aqueles instintos: A derrota, a irresponsabilidade, a corrupção, os investimentos em obras públicas para aumentar a divida externa (2 milhões de euros por hora), salários para os "boys" absolutamente imorais, etc.
Como a crise económica deixou a descoberto este País irreal criado por esse "mago" que é o Primeiro Ministro, temos vivido nos últimos anos com uma escassa preparação tanto a nível pessoal como governamental. Sabemos muito mais gastar do que economizar. O mérito transformou-se em estigma, enquanto que a mediocridade é um valor social.
Basta abrir as Televisões, não importa que canal, escutar qualquer debate político no Parlamento. E isto sucede quanto mais necessitamos de gente empreendedora, gente com ideias, gente capaz de competir com o mercado mundial.
E que fez Sócrates? Não foi capaz de parar a crise interna, e pelo contrário ficou paralisado. E quais as suas palavras e discursos diários?. Empreendimentos, criação de milhares de postos de trabalho fictícios. E os socialistas?. São as mesmas caras, os mesmos gestos as mesmas palavras, os mesmos "slogans" as mesmas promessas.
E nós que fazemos até às novas eleições?. Será que ao olharmos para o espelho continuamos a seguir os nossos vícios ou as nossas virtudes?.
A.S.D.
De LeKo a 19 de Abril de 2009 às 07:01
Isso e uma grande mentira. Antigamente fumava-se em qualquer lugar e agora e proibido.
De Tipicamente de um Lisboeta daquel tempo a 19 de Abril de 2009 às 08:24
A Biblioteca e os P.S & P.S.D de Vila de Rei
Qualquer autarca eleito democraticamente pelo povo tem o dever de promover o desenvolvimento do seu município. Em Vila de Rei a estratégia por vezes aponta nesse sentido! O crescimento económico e social harmonioso aliado à sustentabilidade é o grande objectivo. Um exemplo da captação de valor para o concelho é a promoção da educação, ou seja, a redução do analfabetismo e da iliteracia. Como é óbvio, a existência de uma biblioteca bem apetrechada ao dispor da população contribui para a obtenção dos objectivos que enunciei e certamente será uma boa alavanca educativa para o futuro. Tudo estava a correr bem: o financiamento comunitário foi concedido, a adjudicação foi efectuada, sendo certamente concedida à empresa que apresentou a proposta económica mais vantajosa! Tudo estava a “correr sobre rodas” não fosse a decisão tomada acerca do nome escolhido para esta obra tão importante para Vila de Rei - José Cardoso Pires. Se fossemos analisar exclusivamente o curriculum vitae do senhor, creio que todos estaríamos de acordo. É considerado um dos maiores escritores portugueses do século XX, tendo nascido em Vila de Rei, mais precisamente em São João do Peso, no ano de 1925. O que parecia ouro sobre azul poderá ter sido uma falta de visão de quem tomou esta decisão. As pessoas são grandiosas pelos seus actos e pelo amor que têm pelas coisas. José Cardoso Pires foi um grande escritor (basta ver os prémios que ganhou) e nunca esqueceu Vila de Rei. Tinha era na sua memória uma ideia muito peculiar desta terra localizada no centro do País. Para não termos dúvidas basta lermos a entrevista que deu a Fernando Assis Pacheco para o Jornal de Letras, Artes e Ideias a 3 de Março de 1981 onde dizia: “Aquilo Vila de Rei é uma terra de 'pês', só deu padres e pedras, pinheiros, putas, paneleiros, porteiros, palermas, politicos, pacificos, pastleiros, provincias, Patria, Portugueses, Portugal, papas, P.S, P.S.D, Porto, padeiros e polícias. E sobretudo transpira subserviência (...) É eu não gostar das raízes que tenho. Nunca gostei. Tudo o que me cheira à Beira Baixa, àquela Beira é pior que...(...) Para mim tudo o que vem dali é mau (...)”.

OLHA PAR ISTO É TIPICAMENTE DE QUEM ABUSOU O SISTEMA AO MÁXIMO E CONTINUA DEPOIS DO 25A , MAS NÃO NUNCA DISSE ISTO ANTES DE 1974 WAW ?????????????? O QUE PODEMOS ESPERAR DUM ALFACINHA LISBOETA QUE SEMPRE FOI. A ÚNICA COMPARAÇÃO HOJE QUE AINDA TEMOS E O MALDITO PORTUGUÊS QUE MAL ESTUDOU E QUER SER TRATADO POR SUA EXCELÊNCIA SENHOR DOUTOR. Antigamente era o Lisboeta maniento vs a Aldeia. Agora e o Sua Exelencia Senhor Doutor vs o XCultivadores.

Como é que se pode homenagear alguém atribuindo o seu nome à biblioteca municipal que viveu sempra a sombra do sistema SALAZARISTA. Se essa pessoa não gosta dessa terra e transmite o seu sentimento sem qualquer pudor? Esta decisão é completamente disparatada e pode ser considerada uma ofensa para todos aqueles que gostam de Vila de Rei.

A única desculpa válida para a escolha deste nome é que hoje Vila de Rei está diferente, ou seja, os “P´s” mudaram ou são outros. Contudo, se o Dr. José Cardoso Pires regressasse a Vila de Rei, teria uma ideia distinta, ora vejamos: os padres foram-se embora ficando apenas um; as pedras foram destruídas (como é o caso das conheiras) e, outras deram lugar ao alcatrão, os pinheiros foram consumidos pelos incências, e; os polícias estão de abalada porque ao que parece o posto da GNR vai ser encerrado. Mas será que já não temos “P´s”? Claro que temos! Continuamos a ter palermas e patetas a tomar decisões sem competência e sem visão, temos os paus queimados dos pinheiros e quase que tivemos mais “P´s” não fosse o falhanço da repovoação da população com brasileiros(as). Além disso, vamos ser certamente inundados de “P´s” através dos milhares de páginas de livros que a nossa biblioteca terá. Resta saber se o Dr. José Cardoso Pires teria uma melhor opinião da nossa terra com os “pés” actuais. Duvido!!!!

Das palavras do Dr. José Cardoso Pires uma coisa se mantém - a subserviência. O servilismo ao poder instalado (político e religioso), foi provavelmente reforçado com a mudança dos tempos e com o poder acumulado por alguns. Para conseguirem sobreviver muitos necessitam de se dar bem co
De Manuel Araujo a 21 de Abril de 2009 às 01:11
Diz o primeiro-ministro o nosso ZÉ SUCATA para o Secretário:

- Vou atirar uma nota de 100 Euros pela janela e fazer um português feliz.

- Sr. Engenheiro, não acha preferível atirar 2 de 50 e fazer 2 portugueses Felizes? - diz o Secretário.

- Não faça isso, Sr. Primeiro-Ministro. Atire 20 notas de 5 e faça 20 Portugueses felizes! - diz o Escriturário lá no seu canto.

Ouvindo tudo isto, reage a senhora de limpeza:

- Porque é que o senhor Primeiro Ministro não se atira da janela e faz dez milhões de portugueses felizes?
De Jaime Martinho a 24 de Abril de 2009 às 12:54
Bem digo que o P.S.D e P.S são a mesma coisa.

Nas proximas votar por votar vou votar VERDE.

Enriquecimento ilícito abre guerra no PSD
por PAULA SÁHoje

Os socialistas acusaram os sociais-democratas de quererem inverter o ónus da prova e de porem em causa a presunção da inocência no que toca ao enriquecimento ilícito. E rejeitaram os projectos do PSD e do PCP. Na bancada laranja, 14 deputados apresentaram declaração de voto. Na do PS, António José Seguro fez o mesmo em prol do "combate à corrupção".


O cenário de 2007 repetiu-se ontem em São Bento. A maioria socialista chumbou, pela segunda vez, os projectos de criminalização do enriquecimento ilícito do PSD e do PCP. Durante o debate, PS e também o CDS, que se absteve nesta votação, jogaram constantemente com o nome do Rui Rio, vice-presidente social-democrata, que ontem se criticou fortemente o diploma do seu partido, considerando-o uma mera "arma de arremesso político" . O que deixou a bancada laranja desconfortável.

E tanto mais desconfortável terá ficado com a declaração de voto de 14 deputados sociais-democratas, entre eles José Luís Arnaut, Miguel Relvas, Agostinho Branquinho (director de campanhas do partido), José Matos Correia, Hermínio Loureiro e Jorge Costa, na qual foram ao encontro das palavras de Rio. Para estes deputados, no combate à corrupção é preciso "gerar e manter um largo consenso quanto às melhores soluções a implementar".

Argumento que também levou a bancada do CDS a abster-se na votação de projecto laranja. O líder parlamentar centrista, Diogo Feio defendeu uma discussão ponderada e longe dos calendários eleitorais. "Não é altura de estarmos todos a atirar projectos uns para cima dos outros", disse, advogando que se devia esperar pela próxima legislatura.

A declaração de voto dos 14 deputados do PSD, embora reconhecendo o "imperativo" do combate à corrupção deixou subentendido,( e tal como o PS justificou a rejeição do diploma), que o projecto do PSD põe em causa os "pressupostos e as exigências do Estado de direito Democrático".

Ou seja uma alusão à propalada "inversão do ónus da prova" que os socialistas acusaram a bancada liderada por Paulo Rangel de introduzir no projecto, que visava punir com pena de prisão até 5 anos (no projecto do PCP era até 3 anos) o funcionário que, durante o período de funções públicas ou nos três anos seguintes, adquirir património ou adoptar modo de vida que "sejam manifestamente desproporcionais ao seu rendimento". O vice-presidente da bancada socialista Ricardo Rodrigues recusou-se a "suspender a democracia" e a "lapidar princípios do Estado de direito". Tanto ele como Vera Jardim, antigo ministro da Justiça do PS, defenderam que o diploma laranja preconiza soluções que são uma "ofensa à presunção da inocência". A disciplina de voto imperou na bancada socialista, mas o deputado António José Seguro, também anunciou uma declaração de voto. Aos jornalistas defendeu "um combate duríssimo à corrupção" e instrumentos legais que "não permitam que os que continuam a adquirir património completamente desproporcional em relação à sua declaração de rendimentos possam continuar a passear-se livremente na sociedade portuguesa".

Antes de ver o projecto chumbado, o líder parlamentar social- -democrata Paulo Rangel, afirmou estar disponível para abrir o debate em comissão sobre as soluções contidas no e acusou o PS de não ter vontade "política" de combater a corrupção.

O deputado comunista António Filipe, tentou mostrar a contradição nos critérios do PS: "O PS recusa a criminalização do enriquecimento ilícito por se tratar de uma inversão do ónus da prova, mas o governo pretende que a administração fiscal possa, por decisão sua, taxar em 60% o enriquecimento injustificado".

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