Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009
Mação, Proença A Nova, Sertã, Vila De Rei e Oleiros...NUNCA ESQUECER QUE A UNIÃO FAZ A FORÇA!!!

Excelente ideia. O medronho dá mais rendimento que a azeitona peso por peso. Coisa que seria fácil a exportar Mundialmente. Derivados do Fruto onde a procura é mais forte que a oferta. Esta arvore ou arbusto cresce em abundância pelas nossas serras sem memo necessitar de ser plantada. Adapta-se perfeitamente as nossas terras. A região Do Pinhal sul devia se organizar e dar ajuda aos cultivadores a fazer áreas de plantação de pomares de medronho pelos terrenos que foram queimados nestes últimos fogos. Criar zonas demarcadas como existem com o vinho do Porto e outros. Acho que até mereceriam ter uma certa subvenção lá da parte dos nossos Governantes Da Beira Mar ou dos do centro da Europa.
Os concelhos de Mação , Proença A Nova, Sertã , Vila De Rei e Oleiros deviam formar uma Grande Cooperativa ou então pequenas Cooperativas numa Grande Associação; e a NUNCA ESQUECER QUE A UNIÃO FAZ A FORÇA" Eu até penso que certos lagares modernos de azeitona se poderiam adaptar e fazer as duas coisas aguardente de medronho e azeite ao menos esmagar o medronho para licores e só faltava o a destilação ou alambique.

Agora só falta intervenção da associação Aflomação na área do Medronho. Seria sempre mais um organismo a ajudar.

 

O medronho esta a ganhar força na zona centro. Por favor ler estes dois artigos mais baixo que eu encontrei na net .

 


 

 

 

 

 

 

 

MAÇÃO – Compota de medronho promete sucesso

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14-Dez-2009

Foi lançada este fim-de-semana mais uma iguaria gastronómica da Zona do Pinhal Interior Sul. Trata-se de uma compota diferente em que o medronho é o ingrediente principal. Depois do licor e da famosa aguardente, a compota promete fazer furor nas mesas do país. A ideia “surge da vivência do dia-a-dia com a loja de produtos regionais, associando-o ao que é endógeno da região” explica Saldanha Rocha, proprietário da loja AroMação. Este lançou então o desafio a Alzira Silva, fabricante de compotas da zona do Cadaval e 10 meses depois o resultado está à vista.
Este doce que, diz Saldanha Rocha, “já era feito nas casas dos nossos avós mas que não podia ser comercializado”, veio agora trazer uma mais-valia “a um fruto nobre da zona do Pinhal Interior Sul que tem particularidades muito curiosas”, refere ainda o também autarca que, enquanto presidente de Câmara de Mação reconhece a valia de no rótulo do produto de poder ler “Pinhal Interior Sul”, não retirando assim a importância do concelho de Oleiros – Capital do Medronho – em todo este processo, pois “estamos a contribuir para que essa capital se torne ainda mais rica e é o território que ganha”, complementa.
Zira Silva aceitou o desafio e ao fim de algumas tentativas conseguiu acertar com o ponto da receita. No lançamento desta nova compota, Zira confessou que já o deu provar a alguns dos seus cliente e o resultado foi positivo, logo “adivinha-se mais um sucesso gastronómico”, referiu acrescentando que esta compota é diferente da que se fabrica no Algarve pois “esta é mais tradicional e ficará para sempre ligada ao medronho da Beira Baixa”. Esta fabricante acredita que basta um ingrediente bom para obter um bom derivado. É o que se passa com este fruto e por isso mesmo a fabricante não coloca de parte que outras ideias, com base no medronho, poderão surgir como por exemplo bolachas ou tartes.
Dez meses depois a ideia passou à prática, esperando-se agora que os objectivos que estão na sua base também e Saldanha Rocha diz esperar que a produção da compota começa a estar associada à plantação de pomares de medronho. Para além de ser importante no sector económico será igualmente importante para o sector florestal pois poderá ajudar a “implementar zonas tampão e prevenir incêndios florestais”.
Quanto a calorias, Zira garante que este não é um doce calórico. Este será um produto, por enquanto de edição anual, limitada que estará à venda apenas em lojas tradicionais.
 

 www.radiocondestavel.pt/site

 

 


Tábua Confraria do Medronho vai criar destilaria

Novos confrades juraram preservar e promover o medronheiro, o medronho e os seus produtos enquanto símbolos da Beira Serra.

A Confraria do Medronho pretende criar, já durante o próximo ano, uma destilaria para produzir aguardente, licor e doce de medronho.

Fundada em 25 de Fevereiro de 2008, em Tábua, por iniciativa da CAULE - Associação Florestal da Beira Serra, e por vários proprietários florestais dos concelhos de Tábua, Oliveira do Hospital e Arganil, conta com o apoio do município tabuense.

No primeiro Capítulo da nova confraria, que decorreu no passado domingo, foram entronizados cerca de vinte confrades.

O presidente do Município tabuense, que passou a ser o Grão-mestre da confraria, no seu discurso, frisou que as confrarias têm o papel de "reviver o que há de bom no nosso país".

Ivo Portela lembrou que o medronheiro e o seu fruto, o medronho, "sempre constituiu um meio de subsistência da população da nossa região". E adiantou que apesar da plantação em massa de eucaliptos e pinheiros na Beira Serra, o medronheiro, "conseguiu manter-se e continua a ser importante no mundo rural".

Considerou também que o medronho, através da aguardente e do licor, poderá ser no futuro um factor de desenvolvimento, revelando que "ainda este ano no Verão estive no Algarve e vi garrafas de aguardente de medronho a serem vendidas a 35 e quarenta euros".

Comercialização rentável...

O presidente da CAULE, que foi empossado como Chanceler Mor da Confraria do Medronho, começou por referir que, para além dos "rituais e do folclore" das confrarias, "queremos que esta seja uma confraria efectiva para defender o medronho e os seus produtos".

Frisando que o medronho "é tradicional da nossa região", e que o medronheiro "pode ser um bom complemento para o rendimento dos proprietários florestais".

José Vasco Campos disse que hoje em dia o medronho já se paga "a um euro o quilo" e que a Caule fez estudos que apontam no sentido de que a apanha "custa cinquenta cêntimos", sendo desta forma rentável a sua comercialização.

... e fabrico de aguardente, licor e doce

A confraria, segundo afirmou, pretende criar "uma pequena destilaria já 2009", para fabricar aguardente, licor e doce de medronho, comprando os medronhos a produtores dos concelhos de Tábua, Arganil e Oliveira do Hospital, onde tem a sua área de influência.

"De hoje a uma ano, quando fizermos o segundo Capitulo, espero que tenhamos aguardente da nossa", disse, acrescentando que se isso acontecer "já atingimos parte do nossos objectivos".

Por seu lado, a presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas (FPCG), Madalena Carrito, que apadrinhou o primeiro Capitulo, da mais recente confraria, realçou o facto de a gastronomia ser "hoje em dia um património cultural do nosso país".

No entanto, deixou claro que isso não basta e que "todos os dias há que se preservar e promover este nosso bem, para que não seja submerso pelos movimentos globais que existem actualmente".

Revelando que a FPCG vai passar a integrar as novas entidades de turismo que foram criadas recentemente. "Vamos designar uma confraria em cada região para fazer parte destas novas entidades", afirmou ainda Madalena Carrito.

Paulo Leitão/Diário As Beira18:57 Sexta-feira, 19 de Dez de 2008

 

publicado por Verde Pinho às 06:10
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3 comentários:
De Denis Ferreira a 16 de Dezembro de 2009 às 15:41
O medronho fruto natural das nossas Aldeias não tem fronteiras entre os concelhos da zona centro.
De pedro a 6 de Setembro de 2011 às 12:32
Boa tarde,
Muito se tem falado deste fruto tradicionalmente português , tenho lido algumas poucas noticias e comentários sobre o mesmo. Gostaria imenso de poder ter a oportunidade de visitar um destes pomares e poder partilhar alguma visão e conhecimento deste arbusto. Caso, alguém esteja interessado em partilhar conhecimentos estarei deveras disponível em conhecer. Li efectiva/ uma experiência em Oleiros, Estreito do Sr. Jorge Simões que por motivos familiares ali investiu numa plantação, teria imenso prazer em poder visita-la, caso saibam o contacto deste Senhor, adoraria obter afim de dialogar acerca, ou outras experiências nesta área de conhecimento e plantio. Cordialmente , Pedro Ferreira.
De Anónimo a 18 de Fevereiro de 2016 às 19:53
Boa tarde,
tenho um alambique de 80 l para vender, na zona da Sertã.
Conhecem alguém interessado em comprar? posso enviar fotografia.

Obrigada.
Adelaide.jesus1@gmail.com

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